domingo, 27 de setembro de 2009


Governo federal pretende fazer a conexão rápida à internet chegar a todos os municípios do país.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

domingo, 20 de setembro de 2009

Revista AREDE número 37 junho de 2008 informa sobre a Telessaúde


Computador da saúde" é pilar para programa nacional de Telessaúde Da redação Convergência Digital
No próximo dia 3 de abril, os secretários de saúde de diversos municípios paulistas serão recebidos na Faculdade de Medicina (FM) da USP. O encontro terá como foco a formação de uma rede de colaboração baseada em Telessaúde e a apresentação do Computador da Saúde, mais um passo para a implantação do Projeto Nacional de Telessaúde, do Ministério da Saúde, no núcleo São Paulo.
Estarão presentes no encontro a diretora de Gestão da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad; o diretor do Conselho de Secretários Municipais de Saúde de São Paulo (COSEMS-SP), Jorge Harada; o diretor da FMUSP, Marcos Boulos; o superintendente do Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP, José Manoel de Camargo Teixeira; o diretor da Fundação Faculdade de Medicina (FFM), Flávio Fava de Moraes, entre outras autoridades.
Uma nova abordagem para a promoção da qualidade de vida será dada com o kit do Computador da Saúde. Esses conjuntos serão entregues, no decorrer da implantação do Projeto em São Paulo, primeiramente para as Unidades de Saúde da Família (USF) de municípios indicados pelo COSEMS - SP, o Conselho de Secretários Municipais de Saúde de São Paulo.
O kit oferecerá, entre outros recursos, ferramentas de teleducação interativa e teleassistência; vídeos do Projeto Homem Virtual; vídeos de orientação e manuais eletrônicos. Para o uso do computador, há treinamento presencial de qualificação de profissionais de Equipes de Saúde da Família (ESF).
"Um dos desafios do Projeto de Telessaúde é buscar fatores motivacionais para que a educação permanente torne-se rotina na atividade dos profissionais da Estratégia de Saúde da Família", explica a diretora de Gestão da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad. "O kit viabiliza esse conceito, beneficiando os profissionais e, principalmente, a população, na medida em que os profissionais possam oferecer atenção à saúde mais resolutiva", completa.
O kit contribuirá ainda com a eficácia na segunda opinião formativa, facilitando o acesso dos profissionais da saúde à orientação para solução de problemas e tomada de decisões, sem necessidade de deslocamento físico. Também promoverá a interação de Unidades Básicas de Saúde com universidades e centros de referência.
"O Computador da Saúde representa mais que um conjunto computacional, é uma ferramenta informatizada para a qualificação das ESF, difundindo conhecimento e melhorando a qualidade do atendimento em Atenção Primária no Brasil", fala o Prof. Dr. Chao Lung Wen; médico, chefe da Disciplina de Telemedicina da FMUSP e membro do Comitê Executivo de Telemedicina e Telessaúde do Ministério da Saúde.
Ele explica que o Computador da Saúde também é um resultado do avanço continuo da Telemedicina no país, atualmente presente como um importante recurso em várias áreas da saúde: Teleodontologia, Telenfermagem, Telenutrição, Telefonoaudiologia.
Além disso, pode ser empregada na educação continuada de estudantes do ensino superior e em projetos educacionais voltados aos estudantes do ensino médio, como o Projeto Jovem Doutor - que utiliza recursos de Telemedicina, teleducação interativa e do Projeto Homem Virtual, com o propósito de incentivar o trabalho cooperado entre estudantes dos ensinos superior e médio para a promoção da qualidade de vida em comunidades necessitadas.
Telessaúde Brasil
É uma iniciativa do Ministério da Saúde, que estabeleceu parcerias com os ministérios da Ciência e Tecnologia, da Educação, entre outros, visando qualificar as Equipes de Saúde da Família.
Para isso, integra estas equipes a centros universitários de referência, difundindo conhecimento e melhorando a qualidade do atendimento em Atenção Primária no país. O Programa diminui os gastos com saúde por meio da qualificação profissional, redução de deslocamentos desnecessários de pacientes e aumento das atividades de prevenção de doenças.
Atualmente, o Projeto Piloto de implantação do Programa conta com a participação de nove estados: Amazonas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Serão implantados 900 pontos de conexão, que recebem toda a infra-estrutura de informática e telecomunicação necessária para promover a integração e a valorização dos profissionais envolvidos em atividades de saúde. Cada núcleo do Projeto de Telessaúde é responsável por 100 destes pontos.
Computador da Saúde
Desenvolvido pelo Centro de Inovação em Soluções de Telemedicina e Telessaúde (CIPS) do Núcleo São Paulo, o Computador da Saúde é um conceito que reúne ferramentas interativas para a promoção da qualidade de vida. Ele combina o Projeto Homem Virtual, vídeos de orientação, recursos de teleducação interativa e teleassistência e manuais eletrônicos.
As estratégias educacionais, desenvolvidas pela equipe multiprofissional da Disciplina de Telemedicina da FMUSP, visam a formação de uma rede colaborativa que permite a construção do conhecimento com a troca de experiências entre diversas competências profissionais.
O Computador da Saúde é composto por um conjunto computacional acompanhado de impressora, webcam e máquina fotográfica digital. O diferencial está nos recursos educacionais acoplados e no acesso para conteúdos exclusivos do site http://www.telessaudesp.org.br/ (mediante participação no Projeto de Telessaúde), que contém cursos, vídeos e ferramentas de aprendizagem como Cyberambulatório, Cybertutor, Vídeo Streaming e Web Conferência.

domingo, 30 de agosto de 2009

Em qual dessas hipóteses você se encontra na alfabetização digital?

Pré-Silábico?
Sílábico-Alfabético?
Alfabético-Inicial?
Alfabético-pós-Inicial?

Por enquanto ainda estou silábico-Alfabético.

Tecnologia, tempo, espaço e educação.
O desenvolvimento da tecnologiatransforma o modo com que com que compreendemos o tempo e o espaço. Surgem novas percepções e diferentes noções das que até então, eram consideradas socialmente aceitas para o tempo e o espaço.
De acordo com Kenski(1997) a tecnologia digital rompe com a narrativa contíua e sequencial das imagens e textos escritos e se apresenta como um fenônemo descontínuo. Sua temporalidade e espacialidade, expressa em imagens e textos nas telas.

sábado, 29 de agosto de 2009

Sejam vindos para fazer parte do mundo de inclusão digital.


OLÀ PESSOAL !!! Querem saber mais sobre Alfabetização Digital? Sintam-se a vontade.


A alfabetização digitalconsiste em ter habilidades básicas para poder utilizar as novas tecnologias numa perspectiva de usuários consumidor de bens, serviços e informções. O problema não está em conceber" Alfabetização digital" nessa perspectiva, e sim em prever que isto é suficiente para considerar o indivíduo como incluido na sociedade da informação. È evidente que na perspectiva economista estar "incluido" significa ser consumidor. No entanto, inclusão é um conceito mais abrangente do isso, significa que aquele que está incluido é capaz de participar, questionar, produzir, decidir e transformar, é parte integrante da dinãmica social, em todas as suas instâncias.

domingo, 23 de agosto de 2009

O que devemos fazer para não sermos dominados ou trocados pelas máquinas?



A cada dia, o mundo em que vivemos, passa por inúmeras mudanças; A natureza muda, nossos habitos cotidianos, nossa tecnologia, tudo o que ontem era novo, hoje já é velho. O mundo nunca parou de mudar, mais creio que esse seja o tempo em que estamos dando mais atenção à isso, já que, cada vez mais essas mudanças influenciam nosso modo de viver.Estamos em uma era, onde tudo será diferente, pois estamos em tempos, que as máquinas, sejam elas de qual tipo for, ganham cada vez mais espaços em nossa sociedade. Hoje seria impossivel, viver sem os computadores ou sistemas informatizados que utilizamos em nosso cotidiano e nem nos damos conta que esses sistemas que nos controlam, são contralados por outras pessoas.Tudo parece simples e na verdade é, porém não nos damos conta, que vivemos em um submundo, do qual a maioria de nós não sabemos que fazemos parte. Simplesmente, por que, sabemos que ele existe, mas, mal nos damos conta que estamos, nele. Fazemos parte de um mundo chamado, "Tecnologia", que apesar de ser muito útil, e indispensável para nossa sobrevivência, pode também apresentar muitos riscos.Não esta muito longe o tempo, onde todo individuo desta terra, terá um retrato, digitais, informações genéticas, e mais informações, gravadas em um enorme banco de dados, onde, será possível acompanhar os passos de cada ser, 24 horas por dia, durante os 7 dias da semana.O mundo está mudando, e temos que sempre aprender a lidar com ele, e cada dia que as máquinas controlam mais nossas vidas, não seria útil, que nós soubessemos controla-lás mais do que elas agente ? Ou que pelo menos, tenhamos mais noção sobre elas ?

Machado04/05/2008