sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Biografia de Johann Heinrich Pestalozzi

Pestalozzi passou a ser conhecido, devido ao conjunto de sua obra, como "O Educador da Humanidade".
A Formação: Johann Heinrich Pestalozzi nasceu em Zurich, Suíça, no ano de 1746. Órfão de pai aos 4 anos, passou por grandes dificuldades, juntamente com a mãe e três irmãos, fato este que ajudou a consolidar sua personalidade predominantemente humanista, tornando-o um homem sensível e sonhador, sempre preocupado com o destino dos necessitados. Ainda estudante, já demonstrava interesse pela causa dos desamparados, participando sempre de movimentos de reforma política e social. Em 1774, na esteira de seu pioneirismo, fundou um orfanato, onde tinha a intenção de ensinar técnica de agricultura e comércio, tentativa que fracassou alguns anos depois. Resolveu, então, transformar o projeto agrícola fracassado em um Instituto Filantrópico para crianças abandonadas, no que também não teve sucesso. Porém, nunca desistiu de seus objetivos.
Durante a Invasão Napoleônica, em 1798, quando a cidade de Stans foi invadida e seus habitantes masscrados.pelas tropas, Pestalozzi reuniu as crianças desamparadas e passou a cuidar delas em meio às mais precárias condições. Claramente influenciado pelas idéias de Jean Jacques-Rousseau, acreditava na educação como um desenvolvimento total do indivíduo, num conjunto moral, intelectual e físico, cuja potencialidade se encontra na criança, que deve ser estimulada, principalmente no lar em que vive: "A escola deve ser a continuação do lar. É no lar que se encontra o fundamento de toda cultura verdadeiramente humana e social" – concluía o educador.
Pestalozzi acreditava que o indivíduo, desde criança, possui todos os meios necessários para a socialização plena e que o papel do educador é justamente promover o desenvolvimento desses valores já existentes em cada indivíduo, sempre ressaltando a importância da família na formação da personalidade. Para ele, a mãe é a figura central do desenvolvimento educacional. E ele entendia que o conhecimento não é propriamente adquirido, mas sim desenvolvido, pois cada ser humano já nasce com a tendência espontânea da natureza de seu próprio desenvolvimento. Somente precisa do estímulo do educador, sempre subordinado à educação moral e espiritual.
Em 1805, Pestalozzi fundou o famoso Internato de Yverdon, cujas atividades principais eram desenho, escrita, canto, educação física, modelagem, cartografia e excursões ao ar livre. Durante os 20 anos de funcionamento, a escola foi freqüentada por estudantes de vários países europeus. Tal Instituto, devido à sua popularidade, ganhou renome internacional.
O espiritismo trouxe grandes influências das idéias de Pestalozzi, principalmente no que diz respeito à importância do lar como base para a educação espiritual e para a formação da personalidade do indivíduo. A didática de Pestalozzi, preceitua que "[...] a melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter" e que "[...] a universidade pode fazer o cidadão, mas somente o lar pode edificar o homem".********
Em 1825, devido a disputas internas, foi obrigado a encerrar suas atividades no Instituto de Yverdon, o que lhe causou enorme tristeza. Dotado de vasta cultura, em 1781, publicou um romance em quatro volumes, intitulado "Leonardo e Gertrude", muito divulgado, onde expunha suas idéias de reforma social e política. O livro conta a história de Gertrudes, uma mulher generosa, dotada de bondade e inteligência infinitas. Sua dedicação aos filhos era tamanha que, além de tirar seu marido Leonardo do vício da embriaguez, conseguiu influenciar os habitantes da aldeia onde morava: fez com que todos aplicassem seus métodos em benefício da população, alcançando o bem estar social tão almejado por Pestalozzi, que acreditava plenamente possível realizar na prática, o conteúdo de sua obra. Johann Heinrich Pestalozzi casou-se com Ana Schultz, companheira amiga e fiel, que lhe deu o filho Jacob, falecido ainda jovem. Jacob, porém, deixou-lhe o neto Gottlieb, que permaneceu ao lado do avô até os últimos dias deste, quando, acometido de grave doença, veio a desencarnar em 17 de fevereiro de 1827.
Colaboração de José Maurício Kimus Dias, 6 de outubro de 2003
Bibliografia:
1. Um dos Maiores Educadores da Humanidade Escreve: Cristiane Carlovich(Extraído do jornal Entre nós - Informativo CEOS/ IAM - 47)2. Enciclopédia Britânica Barsa – vol. 10, pág. 450/451; PESTALOZZI – OEducador da Humanidade - por Luciano dos Anjos. Setembro/2003.http://www.darkserver.com.br/espiritismogi/biografias/pestalozzi.htm

terça-feira, 6 de outubro de 2009

conhecimentosdelair: Cidade Digital

conhecimentosdelair: Cidade Digital

Cidade Digital


Terceiro Relatório do GEAC Inclusão Digital
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA/ENSINO FUNDAMENTAL / SÉRIES INICIAIS

PROFESSORA: MARIA HELENA BONILLA

Reflexão sobre o texto

O que é cidade Digital?

No dia 05 de outubro de 2009 nos reunimos na casa de Elizabete das 19:00 às 21:00 horas para
mais um encontro com o grupo do GEAC de Inclusão com as componentes: Alaides, Ana Cristina,
Elizabete, Núbia Barbosa e Têiles Beatriz, para estudar o texto “O que é cidade Digital” de André
Lemos, no qual discutimos sobre a importância de uma cidade se desenvolver nos aspectos
sociais e tecnológicos.Segundo o texto de André Lemos “ As cidades digitais são as cidades da
globalização”, onde as redes telemáticas fazem parte da vida cotidiana e constitui como infra-
estrutura básica e hegemônica da época.Diante da globalização percebemos que há uma
necessidade de investir nas políticas públicas para acompanhar os avanços tecnológicos, visto que
esses já é uma realidade.Compreendemos então que o significado do termo cidade digital se
refere aos projetos governamentais, privados / e ou da sociedade civil que visam criar uma
representação política sobre uma determinada área urbana.As cidades digitais no entanto vem
contribuindo para que a sociedade em geral possa usufruir dessa tecnologia incluindo
digitalmente as comunidades.O objetivo é criar interfaces entre o espaço eletrônico e o espaço
físico através de oferecimento de telecentros, tele portos, quiosque,multimídia e áreas de acesso
e serviços, com uma meta de levar internet banda larga para todo país, favorecendo aos usuários
a participar de vários ambientes virtuais, discutindo e interagindo com outras pessoas de
qualquer parte do mundo.Atualmente as cidades virtuais estão se transformando pouco a pouco
e percebemos pela leitura do texto que o Brasil tem investido nas políticas públicas no âmbito
Federal necessitando de mais investimento nas políticas estaduais e municipais.
Componentes:
Alaides Nascimento Nunes Pereira, Ana Cristina F. de Souza Cordeiro, Elizabete Rodrigues
Novais, Núbia Barbosa dos Santos, Têiles Beatriz Meira de Freitas

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Segundo Relatório de Inclusão Digital

No dia 01 de setembro nos reunimos para discurtirmos o texto de Maria Helena Bonilla. O Brasil e a alfabetização digital.
diante do texto que lemos percebemos que a alfabetização digital, não é somente teoria e sim teoria e prática, o conhecimento é importante no entanto necessita estar em constante acesso com as tecnologias para acompanhar os avanços.
Segundo Maria Helena Bonilla, no ano de 2001 já existia uma meta que um em cada cinco brasileiros atinja um nível de alfabetização digital mínimo até 2003. Percebemos que em relação à 2003 já temos um avanço bastante significativo, hoje já notamos que as políticas públicas a nível federal tem investido, instalando infocentros, telecentros, com a intenção de induzir alunos e comunidade em geral.
Encontro realizado na casa de Bete das 19:00 ás 21:00 horas.

Cursistas:
Alaides Nascimento , Ana Cristina, Elizabete, núbia Barbosa e Têiles Beatriz

Primeiro relatório de inclusão digital

Universidade Federal da Bahia- UFBA
Faculdade de Educação- FACED
Professora- Maria Helena Bonilla
Ciclo-03

Relatório do primeiro encontro de Incusão Digital

No dia 28 de agosto nos reunimos na casa da cursista Alaides das 19:00 até ás 21:00 horas, para um estudo sistemático onde discutimos sobre o texto Inclusão Digital nas escolas, de maria Helena Silveira Bonilla.
Chegamos a conclusão que, o que estamos vivenciando nas escolas ainda não é uma Inclusão Digital. Não basta ter somente os computadores, é preciso capacitar os profissionais, para que possamos ajudar nossos alunos a construir conhecimentos no mundo digital.
Nelson Pretto, em entrevista à Revista A Rede afirma que, colocar computadores, recursos multimídias e outros para a mesma educação tradicional, de consumo de informações é um équivoco. Ou nós trazemos essas tecnologias com a perspectiva de modificar a forma de como se ensina e de como se aprende. E isso significa, fundamentalmente, a interatividade e a possibilidade da interatividade como sendo o grande elemento modificador dessas relações.
Percebemos que incluir digitalmente é possibilitar ao aluno e comunidade em geral o acesso das tecnologias, onde venha favorecer a troca de conhecimentos, visando o bem estar de todos.
Cursistas:
Alaides Nascimento Nunes Pereira, Ana Cristina de Souza Cordeiro, Elizabete Rodrigues Novais Ribas, Núbia Barbosa dos Santos e Têiles Beatriz Meira de Freitas.

Obs: A cursista Ana Cristina se encontra internada em Salvador, porém deixou suas contribuições para auto ajuda do grupo.